Pesquisa da Justiça Federal colhe informações sobre sistemas eletrônicos

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A Seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil convida a advocacia paulista  para apresentar críticas e sugestões sobre os sistemas judiciais eletrônicos da Justiça Federal. A pesquisa realizada pela Corregedoria-Geral da Justiça Federal é inédita e segue aberta para receber as opiniões dos profissionais até o dia 15 de junho. Para participar da pesquisa, basta acessar este link: http://www.cjf.jus.br/observatorio2/pesquisa-sistemas/pesquisa

O objetivo da pesquisa é oportunizar o compartilhamento de experiências com estas ferramentas. Os questionamentos abrangem estratégias de implantação dos sistemas, suas funcionalidades e usabilidade, mecanismos de segurança, benefícios na utilização dos mesmos, além da sugestão de melhorias.
O Presidente da OAB SP, Marcos da Costa, destaca a importância de participação de toda a advocacia: “A Justiça Federal está aberta para escutar os operadores do Direito e é por isso que temos a responsabilidade de demonstrar quais são os principais problemas enfrentados pela advocacia com os sistemas eletrônicos. É através deste processo de troca de informações que poderemos sanar estas dificuldades e desenvolver um sistema que atenda a contento todos os profissionais que dependem dele. Com esta pesquisa, temos a chance de participar e melhorar uma realidade que afeta a todos os envolvidos com o sistema judicial”, afirmou.

Até o momento, entre os usuários externos que responderam à pesquisa, constam 2.221 advogados (públicos e privados), 260 membros do Ministério Público e 551 interessados em processos. Para grande parte destes usuários, 91,23%, a Justiça Federal deve adotar um sistema judicial único. Entre as ferramentas mais utilizadas pelo público externo estão o PJe (80,54%), o e-Proc (66,03%) e o Creta (9%).

Com base nos resultados, a Justiça Federal promete desenvolver ações para aperfeiçoar os sistemas e incrementar os serviços oferecidos, bem como adequar as estratégias de informatização do processo judicial.

Além da advocacia, podem participar da pesquisa magistrados e servidores, integrantes do MP e pessoas que figuram como partes ou interessados em ações judiciais.